Cinema

Seu Jorge no cinema: de Marighella a Pixinguinha

Anúncio (1)Neste início de novembro, o cantor e ator Seu Jorge dá dois motivos para os que ainda resistem à ideia de voltar às salas de cinemas o façam. São anunciadas as estreias de Marighella, para o dia 4 de novembro, e de Pixinguinha – Um Homem Carinhoso, para a semana seguinte, no dia 11, ambos protagonizados por ele, vivendo personagens reais.

Sobre Marighella muito já se falou. O filme dirigido por Wagner Moura foi lançado em 2019 mas enfrentou resistência para chegar às telas brasileiras por mostrar os últimos cinco anos de vida de um dos principais organizadores da luta armada contra a ditadura militar brasileira nos anos 1960, Carlos Marighella.

O filme é nspirado na biografia escrita pelo jornalista Mário Magalhães, o filme foi muito bem recebido nos festivais internacionais por onde passou, chegando a ser aplaudido de pé em sua estreia mundial, no Festival de Berlim, em 2019. No elenco estão também Adriana Esteves, Bruno Gagliasso, Herson Capri e Humberto Carrão.

Em Pixinguinha – Um Homem Carinhoso, Seu Jorge interpreta outro personagem real e menos polêmico: o mestre Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha, considerado um gênio e o pai da música popular brasileira. Contracena com Taís Araujo. Milton Gonçalves, Klebber Toledo e Tuca Andrada, entre outros.

Dois diretores experientes na TV dirigem o filme a quatro mãos: Denise Saraceni, em seu primeiro longa-metragem, e Allan Fiterman (que além de novelas dirigu os longas Berenice Procura e Embarque Imediato). O roteiro de Manuela Dias, outra com referência forte na TV: foi a autora de Amor de Mãe.

O filme retrata as antológicas performances de Pixinguinha no início de sua carreira, ainda aos 14 anos; a temporada de seis meses em Paris em 1922 com o grupo musical Oito Batutas; as inspirações do ambiente familiar e dos amigos e músicos contemporâneos para a composição de suas obras-primas.

Envereda também pela vida pessoal do artista, contando a história de amor entre ele e Albertina Nunes Pereira, a Betí, sua esposa e grande companheira de vida, interpretada no filme por Taís Araujo. O maestro Cristóvão Bastos assina os arranjos e a direção musical do filme.

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