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Piri ganha primeira hospedagem glamping. Sabe o que é?

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Glamping é uma mistura de glamour e camping. O termo é usado para definir hospedagens que oferecem o conforto e um hotel com a liberdade de um camping. E essa é a ideia do Olho do Dragão Mountain House, o mais nova opção de hospedagem em Pirenópolis.

O Olho do Dragão fica na Shambala Piri, uma estância de casas de veraneio a 7 km da cidade, e tem como público-alvo viajantes que buscam mais contato com a natureza, mas não querem deixar de lado as facilidades proporcionadas pelos hotéis, resorts e pousadas.

“O glamping permite contemplar todos os benefícios da natureza, mas sem perder esse conforto com um banho quente, o uso de ar-condicionado durante um dia quente, se aquecer com o calefator ou até mesmo acessar a internet para resolver alguma demanda do trabalho ou entrar em contato com os amigos e familiares.”

Quem explica é Neylon Jacob, empreendedor e idealizador do projeto, que conheceu experiências de glamping em outros países e trouxe a ideia para cá, adotando o conceito de domo geodésico, uma estrutura arquitetônica que reúne polígonos ligados em linha reta, geralmente em formato triangular, que formam uma esfera ou parte dela.

Apesar de o conceito existir há milhares de anos, os primeiros domos construídos na arquitetura remontam ao ano de 1922, na Alemanha. Desde então, a estrutura começou a ganhar o mundo e, quase um século depois, chega a Pirenópolis “para proporcionar uma experiência mais íntima com a natureza”, aposta Neylon.

O glamping Olho do Dragão comporta duas pessoas e foi preparado com o objetivo de receber casais. Levantamento feito pelo site de reservas de hospedagem Hoteis.com, em 2020, revelou que 30% dos entrevistados gostariam de fazer uma viagem a sós, sem a presença dos filhos. Claro, a hospedagem também pode ser compartilhada por amigos.

Outra aposta de Neylon Jacob foi atender ao público com necessidades de locomoção. Mesmo construído a 2 m do chão, o Olho do Dragão conta com rampas e ambientes adaptados para cadeirantes. De acordo com o empreendedor, os móveis foram projetados e distribuídos pelo glamping para não atrapalhar a circulação pelo espaço e com condições de acessibilidade.

“Um dos principais problemas de Pirenópolis, principalmente para quem anda pelas ruas, é a falta de acessibilidade. Por isso, pensamos em um projeto que proporcione conforto e permita ao viajante cadeirante a possibilidade de aproveitar as belezas da natureza”, destaca Jacob.

Qual o preço que se paga por essa experiência? Algo em torno de R$ 2.500 para duas pessoas por um fim de semana (sexta a domingo). A nova atração de Pirenópolis está disponível para locações no portal do Airbnb e no site www.temporadaempiri.com.br

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