50 anos sem Luther King e 3 filmes para lembrá-lo

Há 50 anos Martin Luther King era assassinado em Memphis, Tenessee, EUA, causando um abalo no movimento pelos direitos da população negra americana, principalmente, mas com repercussão em todo o mundo entre aqueles que como ele tinham um sonho.

“I have a dream”. A frase de seu histórico discurso durante a Marcha sobre Washington, em 1963, ecoa até hoje, embora, passada meia década, seus ideiais de igualdade ainda estejam longe de ser alcançados — a despeito dos avanços.

Por isso, nunca é demais lembrar Luther King e seus ideias. E o cinema colabora com isso com filmes que reafirmam o pensamento do pastor protestante e ativista político, premiado em 1964 com o Nobel da Paz pelo combate à desigualdade racial.

Três desses filmes podem ser vistos nos sistemas de filme sob demanda:

A Marcha” (França/Bélgica, 2015)
O filme de Nabil Ben Yadir baseia-se em fatos reais para contar a história de três adolescentes que, em 1983, organizaram uma marcha pacífica contra o racismo, inspirados por Mahatma Gandhi e por Martin Luther King. À época, a França vinha sendo atormentada pela intolerância e por atos de violência racial. A marcha partiu de Marselha até Paris.
Disponível no Now (R$ 6,90), GooglePlay (R$ 3,90), YouTube (R$ 3,90) e AppleTV (R$ 9,90).

“Eu não Sou Seu Negro” (França/Estados Unidos, 2017
O documentário de Raoul Peck é centrado na figura do escritor negro americano James Baldwin, morto em 1987. Baldwin deixou inacabado o livro “Remember This House”, em que relata a vida e morte de amigos seus, como Martin Luther King e Malcolm X. Após a morte do autor, o manuscrito inacabado foi confiado ao diretor Raoul Peck, e isso deu origem a este filme.
Disponível no Now (R$ 6,90), GooglePlay (R$ 3,90), YouTube (R$ 3,90), AppleTV (R$ 9,90) e VivoPlay.

 

“Selma: Uma Luta Pela Igualdade” (Reino Unido/Estados Unidos, 2015)
O longa de Ava DuVernay mostra os acontecimentos na cidade de Selma, no Alabama, que fizeram com que a opinião pública americana ficasse a favor da implementação da Lei dos Direitos de Voto, em 1965. A lei, sancionada pelo presidente Lyndon Johnson, pôs fim às práticas eleitorais discriminatórias, decorrentes da segregação racial nos EUA. David Oyelowo interpreta Martin Luther King.
Disponível na Netflix, GooglePlay (R$ 24,90), YouTube (R$ 24,90) e AppleTV (R$ 29,90). 

Anúncios