Planeta Flix

50 anos sem Luther King e 3 filmes para lembrá-lo

Luta de King inspira longas disponíveis na Netflix, Now e outros serviços sob demanda

Há 50 anos Martin Luther King era assassinado em Memphis, Tenessee, EUA, causando um abalo no movimento pelos direitos da população negra americana, principalmente, mas com repercussão em todo o mundo entre aqueles que como ele tinham um sonho.

“I have a dream”. A frase de seu histórico discurso durante a Marcha sobre Washington, em 1963, ecoa até hoje, embora, passada meia década, seus ideiais de igualdade ainda estejam longe de ser alcançados — a despeito dos avanços.

Por isso, nunca é demais lembrar Luther King e seus ideias. E o cinema colabora com isso com filmes que reafirmam o pensamento do pastor protestante e ativista político, premiado em 1964 com o Nobel da Paz pelo combate à desigualdade racial.

Três desses filmes podem ser vistos nos sistemas de filme sob demanda:

A Marcha” (França/Bélgica, 2015)
O filme de Nabil Ben Yadir baseia-se em fatos reais para contar a história de três adolescentes que, em 1983, organizaram uma marcha pacífica contra o racismo, inspirados por Mahatma Gandhi e por Martin Luther King. À época, a França vinha sendo atormentada pela intolerância e por atos de violência racial. A marcha partiu de Marselha até Paris.
Disponível no Now (R$ 6,90), GooglePlay (R$ 3,90), YouTube (R$ 3,90) e AppleTV (R$ 9,90).

“Eu não Sou Seu Negro” (França/Estados Unidos, 2017
O documentário de Raoul Peck é centrado na figura do escritor negro americano James Baldwin, morto em 1987. Baldwin deixou inacabado o livro “Remember This House”, em que relata a vida e morte de amigos seus, como Martin Luther King e Malcolm X. Após a morte do autor, o manuscrito inacabado foi confiado ao diretor Raoul Peck, e isso deu origem a este filme.
Disponível no Now (R$ 6,90), GooglePlay (R$ 3,90), YouTube (R$ 3,90), AppleTV (R$ 9,90) e VivoPlay.

 

“Selma: Uma Luta Pela Igualdade” (Reino Unido/Estados Unidos, 2015)
O longa de Ava DuVernay mostra os acontecimentos na cidade de Selma, no Alabama, que fizeram com que a opinião pública americana ficasse a favor da implementação da Lei dos Direitos de Voto, em 1965. A lei, sancionada pelo presidente Lyndon Johnson, pôs fim às práticas eleitorais discriminatórias, decorrentes da segregação racial nos EUA. David Oyelowo interpreta Martin Luther King.
Disponível na Netflix, GooglePlay (R$ 24,90), YouTube (R$ 24,90) e AppleTV (R$ 29,90). 

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