6 filmes do leste europeu para assistir na Netflix

Na comparação com outros serviços de streaming, a Netflix ganha pontos no grande número de produções próprias e na variedade de procedência dos filmes e séries do catálogo.

Para se ter uma ideia, pesquisando bem, dá até para se ter uma ideia do vem sendo produzido no cinema do leste europeu. É o caso destes seis filmes, produções entre países como República Checa, Polônia, Montenegro, Sérvia, Montenegro e Ucránia.

Milada (República Checa, 2017)
David Mrnka reconstitui a história real de Milada Horákovaá (1901-1950), ativista que lutou contra a presença nazista na então Tchecoslováquia e depois, contra o regime comunista que se instalou em seu país. Um drama forte, que tem muitas conexões com o momento em que estamos vivendo.

Lída Baarová (República Checa/Eslováquia, 2016)
Outro belo drama baseado em uma personagem real. Lída Baarová (1914-2000) foi uma atriz tcheca de cinema mudo que se mudou para Berlim em busca do sucesso. No entanto, se torna amante de Joseph Goebbels, ministro de propaganda nazista, o que acaba por arruinar sua carreira. Direção de Filip Renc.

Ghoul (República Checa/Ucránia, 2015)
Um filme de horror feito ao estilo “A Bruxa de Blair”, dirigido por Petr Jákl, campeão do judô que se tornou ator e diretor. Três cineas ficam presos em uma casa, após participarem de uma sessão espírita em busca de informações sobre a prática de canibalismo na Ucrânia, em 1932, quando o país foi assolado pela fome. Falado em inglês.

“O Vento nas Suas Costas” (Croácia/Eslovênia/Sérvia/Montenegro, 2015)
Ivona Juka dirige este drama que entrelaça três histórias. A de uma garota que sonha em se tornar jogadora de futebol; a de uma diretora de novelas que tem de lidar com o pai, que está com Alzheimer, e a de uma bem-sucedida produtora de tevê que está grávida e enfrenta a infidelidade conjugal.

“The Priest’s Children” (Croácia/ Sérvia/Montenegro, 2013)
Numa vila da Dalmácia (região que abrange territórios da Croácia, Bósnia e Herzegovina e Montenegro), jovem padre descobre que a baixa natalidade é culpa da alta venda de preservativos e tem uma ideia para reverter a situação: furar todas as camisinhas antes que sejam vendidas. É uma comédia, claro. Direção de Vinko Bresan.

“A Arte de Amar” (Polônia/Alemanha, 2017)
De forma divertida e emocionada, a diretora Maria Sadowska recria a história de Maria Sadowska, médica e sexóloga polonesa que, nos anos 1970, enfrentou a burocracia e o conservadorismo do governo comunista para lançar um livro didática sobre sexo. Destaque para a atuação da atriz Magdalena Boczarska, vivendo a protagonista em diferentes fases da vida.

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