8 filmes de Scorsese para assistir na Netflix

Nesta sexta-feira (17/11), o diretor Martin Scorcese faz 75 anos. Bom pretexto para lembrarmos que há uma amostra bem razoável de sua cinematografia ao nosso alcance na Netflix.

Oito obras, feitas em diferentes épocas (1973 a 2013), comprovam a versatilidade do cineasta — que aproxima-se dos 60 anos de carreira, se considerarmos que seu primeiro curta, “Vesuvius VI”, foi realizado em 1959.

“Caminhos Perigosos” — disponível como “Mean Streets” (1973)
Primeira parceria do diretor com o ator Robert De Niro. É também uma incursão pelo universo da máfia, ao qual voltou em “Casino” e “Os Bons Companheiros”.

“O Rei da Comédia” (1983)
Uma das raras experiências do diretor com a comédia. Ele ousou escalar Jerry Lewis para um papel dramático, deixando a De Niro a missão de fazer o público rir.

“Casino” (1995)
Scorsese explora com maestria a tensão provocada pela relação entre um dono de cassino envolvido com mafiosos e com uma ex-prostituta. Com Robert De Niro e Sharon Stone.

“Gangues de Nova York” (2002)
Uma crônica violenta sobre o período de formação da cidade de Nova York, em que imigrantes irlandeses e italianos se enfrentam pelo domínio da área. Uma pré-história da máfia. Com Leonard De Caprio e Daniel Day-Lewis.

“Ilha do Medo” (2010) (disponível até 1º/12)
Outra parceria de Scorsese com Di Caprio, que interpreta um inspetor encarregado de uma investigação numa penitenciária psiquiátrica. É o ponto de partida para um eletrizante suspense.

“George Harrison: Living in the Material World” (2011)
Uma das muitas experiências de Martin Scorcese com o documentário — fez mais de 10 ao longo da carreira. Uma homenagem descontraída ao ex-Beatle que rendeu ao realizador um Emmy de melhor direção.

“O Lobo de Wall Street” (2013)
Scorcese ganhou uma indicação a melhor filme por esse drama que reconstitui as memórias de Jordan Belfort, um corretor de Wall Street que abusou das facilidades proporcionadas pelo dinheiro. Com Di Caprio.

“A Invenção de Hugo Cabret” (2011)
Um espetacular trabalho feito para o cinema em 3D, mas que tem qualidades suficientes para não perder o encanto na tela pequena. Uma fábula que é também uma apaixonada homenagem ao cinema.

Anúncios