Grafites: um passeio pelos muros de todo o mundo (2)

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Na segunda parte da série sobre muralistas e grafiteiros de todo o mundo, mais cinco artistas. Dois deles são brasileiros, Cain, de São Paulo, e Criola, de Belo Horizonte. Os outros tres fazem sua arte a partir de Portugal, Venezuela e Peru.

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Em atividade desde 2006, o português Daniel Eime tem trabalhos espalhados por cidades do interior de Portugal, mas também em Buenos Aires (Argentina), San Antonio (Texas, EUA) e Lioni (Itália).  O da foto fica em Figueira da Foz, Portugal. Ele também produz obras para galerias, mas sempre e grandes formatos.

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Mineira de Belo Horizonte, Criola, 24 anos, é formada em Design de Moda pela Belas Artes de Minas Gerais e faz murais desde 2012. Em suas criações, expressa suas inquietações como mulher negra, explorado o colorido da estética africana e a flora brasileira. Tem um projeto chamado Ori.

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O mural “A Entrega do Caído” foi realizado por El Decertor — como assina o muralista peruano Daniel Cortez –, em homenagem “a todos os mártires que deram sua vida lutando pela libertade”. Ele está no Museo a Cielo Abierto en La Pincoya, em Santiago, Chile. Temas relacionados ao Peru e à América Latina são constantes no trabalho do artista.

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Cain é Caio Henrique da Silva, paulistano de Santa Bárbara D’Oeste. O artista de 27 anos trabalha com arte urbana e telas, além de produzir esculturas. Costuma abordar questões particulares e universais. A obra na foto acima está em algum lugar do interior paulista.

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Koz Dos é um muralista venezuelano que, assim como El Decertor, tem preocupação com as questões políticas na América Latina. Animals, retratos de gente comum e geometria são recorrentes em suas criações. “Tenho tomado a liberdade de falar por aqueles que têm uma voz mas são induzidos e condicionados para ficar quietos”, diz ele que tem murais em cidades como Murcia (Espanha) e Roma (Itália).

Leia: Grafites: um passeio pelos muros de todo o mundo (1)

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